domingo, 24 de janeiro de 2010

Conheça um pouco do nosso Universo !!


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Como Chegar no Atelier Ray e Hiromi em Embu das Artes ?



Para chegar na Atelier Ray e Hiromi é fácil ! veja !
 Fácil Acesso pela BR 116 - Passe o dia no Embu das Artes e almoçe no Nilda Restaurante no centro de Embu das Artes com estacionamento para a feira das artes .



Localizado no coração do Embu das Artes ! o Atelier Ray e Hiromi a 25 anos fazendo parte da historia do Embu das Artes!! 



Vasto acervo de quadros e objetos de arte, atendemos também arquitetos decoradores e lojas de decoração!









Palestras



Fone: 11-4781-6415
ou  mande-nos um e-mail 
rayehiromi@ig.com.br
Venha conhecer o Embu das Artes !! 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Leonidas de Embu das Artes

Leonidas -- Artista da Galeria




O capitão






O velho




O Árabe 





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Eduardo Dias de Embu das Artes

Eduardo Dias -- Artista da Galeria


Vilarejo




A casa da montanha



A casa da montanha2







Caminhada na floresta





A casa da montanha





Pequeno vilarejo





O pescador e seu universo





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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ray de Embu das Artes


OLIMPO UM MINUTO E MEIO


O que é o tempo, senão uma fagulha de luz perdida no espaço.
O que é Deus, senão a totalidade do escuro, percorrido por uma partícula chamada vida.
Esta é a história de duas partículas que tinham este espaço de trajetória, com uma faculdade a
mais, eram artistas.!

É a noite que esconde o tempo, em um processo gradual, em uma orgia triangular. O dia, a noite e o homem, que como em um processo autofágico,
se consomem. O artista olha, o artista pinta.
Signos e símbolos, de linguagens desconheidas, dos homens, dos locias, mas que em outro tempo, e outro lugar, era o grafite da história, que o pintor pegou em um gesto rápido, do viver do Judeu, do coreano, em terra alheia, sem pátria, é o pintor. Assim o artista passou por ali olhando, observando e descrevendo, o espaço o dia, o lugar estado e retratado, em um ato de se tornar parte do que se viveu.
Eu ficava ali, de minha janela a olhar os clones coloridos a flanar, por entre barracas.  de artesanato, domingueiros consumidores de supérfluos inomináveis. Uma selva de sapos de pano, santos de barro, em meio de barracas de acarajé. Passavam em baixo de minha janela por meio de bolsas, bancas de sandálias rústicas como se a negar sua vida balanceada de rações envenenadas. Pobres clones com um desejo voraz de tudo consumir, por cinco minutos, tempo de duração de uma moeda, de casa de pinus, bichinhos de durapoxe, quadros de cavalos a correrem de incêndios, por bucólicas paisagens européias, cópias mal feitas da revista Walter Foster. E de nada queriam saber, apenas, apenas consumir, em um ato desenfreado de ignorância histórica, de ignorância cultural, de não saber nem ao menos o que consumir, tantas eram as opções, era tudo a ser comprado.

E eu tenho que pintar isto, como proposta, como obrigação, ou razão de ter voltado, e eu voltei. Daqui de meu púlpito celeste, do alto de minha torre de marfim, falando como em um palanque, vendo como um jaco, eu faço, eu faço símbolos, eu crio signos, que contam uma história, dos que voaram, e não voltaram, ao convescote dos semi-deuses.
Uns voltaram, outros nem partiram, e foi tão triste o recontar, idílicas batalhas travadas com os deuses, uns derrotados, outros vencidos. A feira mudara, viera para debaixo de minha janela, que medieval parecia minha cidade. Bolsas enchidas com jornais, notícias amassadas, qual um passado descolorido e desgastado pelo tempo, frágeis barracas de panos coloridos, tais sonhos desvaídos, abandonados ilusões de dias ricos, de muito ouro. Sonhar é preciso.
Toda partida era uma derrota na vontade de ficar. Um voltou expressionista da Holanda, vive em seu universo cercado de certezas, de ser Deus, não passa de um Semi-Deus. Apenas possui a técnica dos raios, não sabe fórmulas, mas crê Deus, coisa típica, vai se enganar ainda muito até aprender que lançar raios nào é tudo no ato de ser mágico, me faz lembrar minha opereta que assim dizia:
O rei catalogava
todo preso torturava
cada sonho, do herói sonhado
dez anos depois
como brinde distribuia, ao povo,
os sonhos catalogados
era um grande rei
um déspota iluminado



Minhas noites mal dormidas, acordando em meio ao negro, e virando na cama a tentar uma luz, um axioma ou um aforisma mal interpretado, mal visto ou mal codificado, andava a vagar, a procura de uma fagulha em meu passado, que pudesse explicar porque voltei.
Havia fatos de retrocesso? Acaso não era mais um caminho a caminhar? Ou o mesmo chão, o mesmo lugar, as mesmas pessoas fazem um passado, alento imutável em minha memória, eu votara, e como outros trazia comigo uma mulher, era meu presente, e este fato fazia-me abrir uma variante para não ser um revival do passado. Qual animal voltava ao ninho, em tempo de crias, e pensava que aqui seria meu reduto definitivo, assim como de outras vezes também cremos, e fugimos, e não mais voltamos.
Esta insônia companheira dos pátrias, dos intelectuais dos boêmios, dos que não possuem um corpo cansado para dormir, somente o cérebro a metralhar velhas lembranças de filho pródigo, de um José.
E assim ía a tropeçar noite adentro, um personagem chamado Ray, ao seu redor as várias fases, velhos contos e memórias de além ser, de  “Devir miscigenavam com Hiromi, por todas paredes, a história não era mais minha mas nossa, éramos apenas um uno indivisível, em uma enorme tensão, em meio de torções tentando ser dois, mas todas as vezes nos perguntavam quem era um e quem era outro, em nossos quadros, e explicávamos pacientes,  “somos apenas dois, sendo um, uma extensão de nosso ser ausente”.



Passaríamos então a pintar cartões postais? Pedaços retalhados de longínquos lugares nunca por nossos olhos vistos? Sairíamos a cata de deuses em cada ato representado. Asssim conscientes provocar uma avalanche de fatos, e atos conjugados, para um objetivo demarcado, a construção de nosso Centro Cultural, quantas vezes não me perguntei, se isto era apenas uma desculpa, ou apenas uma sobrevivência, mas me pegava não vendendo o terreno, não abrindo mão do conquistado, aquele lugar me era caro, eu já sonhara sua construção, visualizara cada pedra, e me perguntava:  “Haveria outro modo, outra forma de enganar minhas isões noturnas” ?
Qual fórmula ao espírito satisfaria, e sua adoção fosse total, eu demorava a me tornar um pintor, meu espírito espírito elástio, recusa um só destino. Assim eu interrompia o gesto, tornando-os um ato de intelecto, a “Gestalt” era para mim uma ponte, e nãoum objetio, uivava a lua, em minhas noites insones, queria contar cada história, cada estrada, cada amigo, e tudo ficava estratificado, na cor, e no gesto.
Assim foi que vendi tudo, carro, telefone e os papagaios, e fui em busca de meu Eldorado de ilusões, o qual dei o nome de 4a fase. Voltei para a rua, voltei para feira, a sentar numa calçada. Voltei ao passado em busca de um alicerce que me pudesse servir de arrimo. Sentir o povo, ouir seus sonhos, e recontá-los tal qual os ouvia. E fomos qual loucos, fomos em gesos rápidos, em cores fortes, recontar uma cidade,  “A Terra das Artes”.
As noites passaram a ser longas, e os olhos agitados, rolava por noites adentro a procura de um recanto obscuro, por onde pudesse passar uma solução. A Hiromi ía à Tv ,ser símbolo, e eu ,ia ao nosso sindicato ser dógma. Nosso ser era um ato filosófico, não físico, e voltávamos para casa, por caminhos mais longos, mais acidentados a cada dia, chegávamos mais tarde para nos completar, e  assim  dizia a Hiromi, em suas angustias:  “Continua porque gosta, assim queremos crer”. E a roda do destino continuava a girar, nossa Associação possuia agora 350 associados, em pouo tempo alcançamos 500, e nós éramos dois de seus braços,nosso sonho de um sindicato tupiniquim, era quase trágico, se não fosse cômico, íamos para a campanha das eleições diretas com três representantes, forneemos a mala direta utilizada, e o Marcelo Niestsche ganhava os méritos, o Takaoka era um amador.



Para a Pinacoteca enviamos um japonês mais esperto, e ao menos este soube usufruir das benesses, e nós voltamos à praça pública, para nos mostrar despojados artistas? Desciamos assim de um pedestal conquistando a duras penas, para entender porque nosso Sindicato não pegava. Começávamos o rpocesso mais perigoso de nossa uniào, enfrentar de novo a vida sem um rendimento fixo, viver de arte em uma terra estranha, com regras por nós desconhecidas. O insensível cotidiano das incertezas, sem um amanhã a despontar no horizonte. Agíamos como loucos, não fomos para o Guarujá, onde teríamos um emprego para executar o projeto  “Guildas do Guarujá” mas saímos para uma outra cidade, a projetar um outro projeto com outro povo, em outro lugar. Saímos a comprar um terreno que coubesse este sonho; compramos 1100m2, o máximo que conseguimos, em uma localização que fosse acessível e a partir daí a tentativa de construir. Fomos em busca de meios, fomos pintar coisas simples, falar uma linguagem popular, fomos a mostrar coisas que nada tinham de nosso, não éramos decoradores de paredes.
Perdemos nossos amigos, pois ao que tudo indicava cooptamos com o sistema, nossa 4a fase era um projeto tão louco que não tive coragem de procurar um patrocinador, era o começo de um final de anos de estrada e de loucuras, e neste espaço, reservamos um lugar para uma criança que começávamos a discutir se teríamos. e assim foi que interrompi meu trabalho na loja, pois não estava mais dentro dela ,meu balcão servia-me apenas para pensar em discursos estéticos, saira a procurar informações com o Marcelo Niestsche e com o Fábio Magalhães, com Aldemir Martins e L.P.Baravelli, meu universo não cabia mais dentro de uma loja de jeans. Nossa Associação me fez viajar para Santos, Campinas e guarujá em busca de novos associados, me via com discursos, que nada tinha a ver com nossa sobrevivência e nào renovei o contrato da loja, saímos de São Paulo, em uma quarta-feira de cinzas, um bom dia para mudar.
Quantas vezes a variante principal teve que ser modificada, ou abandonada, por força de circunstância, um ano passei na 



Pinacoteca do Estado, com debaes, para saber ciente, que a arte não é apenas um ícone bem executado, mas é algo maior que não se desaliena do autor, e o tempo se dilataa, e meu espaço crescia, e vi-me contradizendo-me ao afirmar ao Jos Luyten (crítico de arte) que não pretendia viver de arte. Repensei e mudei. Era um desafio e eu sou um aventureiro, o desafio é minha perdição.
Tempo e espaço, quão longe se dilatam pra marcar em suas extremidades o tempo percorrido e o espaço ocupado, com quadros, histórias vivas, recontadas, qual ditirambo a retalhar versos, trêmulos de vida carregados, sonhando fantasias de grandezas. Um dia fabriantes de sonhos, outras cidades e mulheres, depois projeto 3,4, eram todas figuras jogadas ao ar como confetes, ou serpentinas a piruetar em forma de um Sindicato, de uma Guilda de Guarujá. E tudo isto passado não mais podíamos ficar ali, não era este nosso destino, acreditávamos que éramos maiores e saímos em busca de nosso tamanho real.
Acreditávamos também por esta époa que o homem possui o tamanho que sonha ter, e nós sonhávamos mais alto, muito mais alto, queríamos um centro cultural, nosso, e saímos em busca dele, ali dentro do coração, ele já estava montado, mas como um escultor em frente ao meu material bruto, faltava tirar excessos, pois lá dentro, no meio do mármore, estava a dormir sua Afrodite. Iríamos esculpir nossa obra, bem ali onde as cobras fazem seus ninhos, fomos para a cidade das Artes, éramos dois Fenix a renascer em uma quarta-feira de cinzas. Os signos me perseguem.
Houve uma hora em que no Embu deparei-me com os semi-deuses, os homens que possuiam um estilo, um mercado,eram objetivos, homens para quem após arduos sacrifícios disciplinares, a crise acabara, ficando em seu lugar a certeza de ser um Deus, de poder ganhar, ser maior que os mortais, e em alguns, isto se media pela arrogância. Homens que à glória não mais interessavam, era apenas um complemento, de se pensar Deus, não posssuiam um desejo de ser novo, apenas o que tudo que fizessem vendesse. Já vira homens assim quando fora jogador de xadrez, eternos mestres de clubes, não homens de mundo, não homens de mundo, não homens em que o desafio fosse aceito, mas que em seu estilo ganhava 3 em cada 10, mantendo-se assim em uma eterna categoria especial sem sonhar nunca ser o melhor, homens bloqueados pelo dia a dia.



Mantemo-nos em meio deles, dois pixotes sem estilo, olhamos para cima, torcendo para que sentado na praça o público domingueiro  não nos jogassem amendoíns, e corremos ao Centro Cultural São Paulo, e desmarcamos nossa Exposição, que se chamaria  “Aceita-se Pipocas”,  faltou-nos coragem, não estávamos ainda preparados, faltava-nos ainda a técnica de raios, não éramos ainda Semi-Deuses. Impetuosidade de uma juventude envaideida pela ousadia, que ousa quebrar valores tradicionais, para em seu lugar dar vaga a dúvida, do ser e do estar, aplopético prazer do vibrar eterno, do moto-contínuo das paixões, foi assim o primeiro impato, de sentar em uma calçada, e lembrar que passara quinze anos, e nestas mesmas calçadas eu dormia embaixo de um plástico vermelho a espera de um novo dia, eu, a Márcia, o João, a pensar que no domingo seríamos felizes, passou!
As pessoas queriam coisas simples, gostos simples, gestos simples e isto não nos satisfazia, alguém tinha que mudar, camaleônicos mudamos, travestimo-nos de simplórios observadores do bucólico, das paixões inocentes, de ousadia contida, sonhamos curtos em vôos limitados, era apenas um fazer técnico do belo, reproduzir em escala de consumo, para pessoas comuns sonharem-se felizes. Imiscuímo-nos em meio aos semi-deuses, e com nossos gestos limitados sentamos na praça, éramos ali sentados apenas uma atração mambembe, pois é assim que descem os semi-deuses na terra, fantasiados de palhaços dizendo sandices inompreendidas, com leve sabor de verdade, e uma pequena dose de riso.
Hiromi emagreceu, perdeu sua provável gravidez em um esforço de velocidade, coisas típicas de heroína que se mete a acompanhar os aventureiros em suas empreitadas cinematográficas, normalmente se rasgam e se arranham todas, em meio a espinheiros e crocodilos, e assim estava a Hiromi, em frangalhos, do peso da responsabilidade, do peso físico e o cansaço, corremos estes últimos meses, corremos como desesperados em busca de uma alternativa salvadora, fazíamos assim nosso destino, sentados em uma pequena praça, e sonhando possuir o tamanho do mundo.
Passamos a observar os semi-deuses, objetos de nossos estudos, queríamos que entrassem para nosso sindicato, afinal eram eles os profissionais para quem havíamos fundado, fui dar aulas para crianças carentes no CINC, era a guarda-mirim da cidade. Crendo dali poder formar alguns artistas. Eram 130 crianças desnutridas, e com muita fome, e foi assim minha primeira aula. “Existem apenas três formas na natureza, o cilindro, o triângulo e o círculo”. Fi-los copiar em seus papéis como cabeçalhos, e dei-lhes formas relaionadas com estes tópicos, muito pouco pode-se aproveitar, eu tinha tempo, a eternidade.



Fomos caminhando, na 2a aula disse-lhes como era provável o descobrimento da roda, disse-lhes ainda “Deus um dia chamou um anjo e disse-lhe: Vá ao mestre construtor e diga-lhe que me faça os mares, as aves, as montanhas, a luz, e seu anjo industrioso perguntou-lhe onde estava o desenho de tudo que Deus queria, o projeto, e o artista criador para dar a forma imaginada por Deus, pois só com este intermediário se poderia colocar a fabricar a produzir”. E era assim minhas aulas, enquanto a Hiromi pintava a cidade, a cada rua, cada casa foi por ela pintada, em dias quentes e corpos suados, mas a idade ía tomando forma em suas telas, era um salto pintar assim, como quem passeia por entre jardins, a mostrar-lhes uma animação de um provável Deus.
Olharam-nos, a princípio folclóricos, aos poucos mais sérios, atualmente preoupados, criamos nossos primeiros auxiliares, e começamos a ilustrar-lhes a respeito da 4a fase, vamos assim construindo nosso próximo sonho sob o lhar atento destes guardiões do saber. Voltamos a ser principiantes em pintura, no anseio de falar popularmente, alcançar uma linguagem, decodificar seus signos, ler seus símbolos, e remontá-los de forma a ser vendido, para compra de tijolos e cimento, pois tínhamos um castelo a construir. E foi assim o começo, fizemos quadros que nada tinha a er conosco, quadros técnicos, onde a emoção possível eraa contida, e dava lugar ao exercício, do fazer contínuo, do repetir a fórmula, até que polido e lapidado estivesse, em nosso frágil suporte de telas baratas, de algodão e suvinil, frágil suporte para tantos sonhos, saltamos de um artesanato renascentista ao industrial, uma escala louca de produção.



Era a dialética de nossa história, a causa encabeçando o efeito e o rio seguia seu curso, era tudo em função de vender em uma feira, sonhadoras folhinhas a ocupar paredes, lapidados cristais de cores vivas, não era forte seu suporte, a garantia era menor, e também o preço cobrado, éramos honestos, com um preço mínimo, era assim meu exorcismo, o de pensar que a cada dia podia pegar mais, e consequentemente fazer melhor.
Éramos operários padrões, trabalhávamos como mouros a pintar quadros para uma feira de artesanato, talves artistas do sobreviver. Éramos o símbolo de nosso sindicato, o Ezequiel deveria nos adorar, e todo orgulhoso deveria nos pensar um ideal sindical, e madrugadas afora a pensar quadros, a pensar coisas a disputar com os galos, quem acordava quem, era um cotidiano que não podia durar mais que uma fase, o lucro era .... Continua

Artigo Arte em Revista
SALÃO DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Witemburg

Witemburg-- Artista da Galeria
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Desenho1




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Árabes



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Flores



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